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Tudo a Nu

Sexo. Dicas, histórias, fantasias, fotos. Sem preconceitos, ambas deixamos tudo a nu. Atreves-te?

Sexo. Dicas, histórias, fantasias, fotos. Sem preconceitos, ambas deixamos tudo a nu. Atreves-te?

Tudo a Nu

09
Out17

Assédio Sexual no Século XXI

Casal no feminino, jovem, interracial. Parece a triple threat de um filme porno feito a pensar no estímulo visual para uma geração de homens que ainda vê nas mulheres um mero objecto sexual.

Infelizmente não é muito diferente na vida real: ouvir piropos ordinários, convites ofensivos ou termos palermas atrás de arbustos a tentarem ver "alguma coisa" é o prato do dia. Mas já passámos por situações muito mais graves do que isso, desde estarmos na praia a apanhar banhos de sol e termos alguém a rondar-nos incansavelmente até sentarem-se ao nosso lado a olhar descaradamente, de sorriso na cara, a masturbarem-se.

Primeiro, tentámos ignorar e tapar-nos um pouco mais, mas se nos incomodava, porque é que tínhamos de ser nós a ficar constrangidas e a mudar?

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A abordagem directa por si só não resolve nada. São homens contra mulheres, por isso pensam que nos dominam física e socialmente e filmar e ameaçar com a divulgação dos vídeos tão-pouco os incomoda, porque a probabilidade de alguém os reconhecer é pouca. Mas não demorámos muito a perceber que o segredo está precisamente na sociedade e que a nossa força está na vergonha que os podemos fazer sentir, na hora: se dissermos, alto e a bom som, o que estão a fazer, para quem estiver por ali ouvir, olhar e julgar connosco, rapidamente se desculpam, se tapam, se vão embora... Porque no final de contas não importa se somos "mulheres contra homens".

Recusamo-nos a ser o sexo fraco, a abdicar da nossa liberdade ou a abrir mão do respeito que merecemos. Somos fortes, somos livres, somos orgulhosas, somos inconformadas. No vídeo abaixo, temos um exemplo de uma situação como estas que descrevemos. Já passaram pelo mesmo, ou semelhante? Partilhem, denunciem... e confiem: Não estão sozinh@s.

 

Ebony & Iv,
Autoras do blog Tudo a Nu

06
Out17

5 Passos para Aceitares a tua Homo/Bissexualidade

Vivemos numa época em que ser gay ou bi ainda é um bicho-de-sete-cabeças para a generalidade das pessoas. E é assim porque a sociedade é heterossexualizada.

Este contexto aumenta a sensação de isolamento e estranheza, quando percebemos que não somos “como os outros” e põe em risco um processo de auto descoberta que pode ser já particularmente difícil.

Estamos conscientes que cada um tem a sua maneira de sentir e de lidar com este processo de aceitação, mas acreditamos que há factores que ajudam a olhar mais naturalmente para a questão da sexualidade e a viver esta fase de forma mais saudável e mais leve. Por isso, nomeámos um TOP 5:

 

 

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  1. Convive com pessoas com as quais te identificas: principalmente membros da comunidade LGBT, pois é importante que te possas relacionar com pessoas nas quais te revês e com quem podes ser tu, sem filtros. Ouvir histórias de quem teve as mesmas dúvidas que tu, acresce um sentimento de naturalidade e pertença cruciais para que te aceites.
  2. Sem preconceitos: Os rótulos são bons parem nos darem um ponto de partida, mas cada um de nós é único. Não caias na pressão de corresponder ou de fugir a um estereótipo, ou de pertencer a um “grupo”. Afinal de contas, estás a trabalhar para escapares de uma caixa e seria um contraproducente caíres noutra. Da mesma forma que gay não é sinónimo de efeminado, lésbica não é sinónimo de maria-rapaz e bi não é sinónimo de confusão, se te identificares com estas características, qual é o problema? Tudo o que tens de saber é que, além de todas as tuas qualidades e defeitos, gostas de homens, de mulheres, ou de ambos, sendo que libertares-te dos teus próprios preconceitos é a chave para te seres uma pessoa feliz e completa.
  1. Coming-Out, só quando fores capaz de lidar com atitudes negativas: Por um lado, assumires-te a pessoas que não te compreendem ou aceitam, quando ainda não estás confortável com a tua realidade, apenas vai somar às tuas inseguranças e tornar tudo mais frustrante. Por outro lado, se estiveres confiante na tua pele, essas visões não te vão afectar de forma relevante. Respeita o teu ritmo.
  2. Independência primeiro: Lá porque os teus pais aceitam o teu amigo gay, não quer dizer que estejam prontos para fazer o luto da ideia que tinham de ti. Se não tiveres a certeza de que reagirão bem, não arrisques contar. Não te esqueças que, se vives sob o tecto deles e não és independente, as formas de pressão que podem exercer sobre ti ganham outra força e isso vai potenciar tensão naquele que deveria ser o teu porto de abrigo.
  3. O conceito de homossexualidade tem vindo a mudar ao longo dos séculos. Nada é definitivo e tu podes fazer parte desse grupo de pessoas que contribui para que os intolerantes percebam que não têm voto na tua forma de ser, ou de estar. Junta-te à comunidade LGBT na luta pelos nossos direitos. Denuncia ataques físicos, discurso de ódio, violência doméstica… E conta connosco.

Ebony & Iv,
Autoras do blog Tudo a Nu

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