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Tudo a Nu

Sexo. Dicas, histórias, fantasias, fotos. Sem preconceitos, ambas deixamos tudo a nu. Atreves-te?

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Tudo a Nu

13
Out17

Tasting Ebony - Real Short-Story #1

Encontrámo-nos, depois do horário de trabalho.
Enquanto esperava por ti, com o coração a abarrotar de saudades, lembrava-me da sensação íntima de te ter nos meus braços e ansiava pelo momento de voltar a fazê-lo.

Chegaste de sorriso rasgado nesses lábios carnudos e macios, cuidadosamente maquilhados. Ao sair do carro, tudo o que eu podia ver eram saltos altos, pernas grossas e torneadas, decote generoso e ar de quem tinha tirado o dia para me provocar. Exatamente por essa ordem.

 

Não me enganei.

Assisti atentamente aos teus movimentos. Dirigiste-te à mala do carro, empinaste-te ligeiramente e tudo o que eu pôde ver foi todo o potencial que tens por baixo do teu vestido. Redondo, firme, capaz de me fazer sentir, num segundo, uma vontade carnal de te arrancar de qualquer pedaço de tecido.

Aproximei-me, apertei-te contra o meu corpo, beijei-te os lábios, deslizei a língua na tua. Quando me apercebi, a minha mão esquerda já estava por baixo do teu vestido a dedilhar as tuas costas macias, sem encontrar nenhuma resistência. Tinha de acontecer.

Eis que... Não tínhamos muito tempo. Tudo o que tínhamos era um carro. Plena luz do dia. Zona residencial.

 

Não interessa.

Pela maneira como me olhavas eu sabia que já estavas molhada, pronta. E eu não ía desperdiçar gota nenhuma do que me pertence.

Dentro do carro voltámos aos beijos fogosos, desesperados, aos apertões de uma quase frustração de matar um desejo inadiável.

Não esperavas que eu, sentada ao volante e tu no lugar do passageiro, me inclinasse sobre ti, com a mão direita te levantasse o vestido e te fizesse sentir o calor da minha boca, pressionando-te sob a fina camada de tecido da tua roupa interior. Cheiro quente, de desejo, sendo que não demorou nem um minuto para que usasse a minha mão livre para te afastar as cuequinhas e pousar a boca em ti.

Ficaste sentada, de vigia, sendo que acredito que fechavas os olhos a cada gemido de prazer como resposta ao vibrar do teu clitóris entre os meus lábios. Ao vibrar, sugar, lamber repetidamente, de forma alternada entre a suavidade e a intensidade, de forma a prolongar o teu prazer e orgasmo.

Molhada de tal forma de que tudo o que eu engolia era teu, prendeste-me, latejaste entre os meus lábios e acabaste por chegar ao orgasmo num gemido quase doloroso, alheio ao mundo que nos rodeava, como em tantas outras vezes.

 

Iv,
Co-autora do blog Tudo a Nu

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