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Tudo a Nu

Sexo. Dicas, histórias, fantasias, fotos. Sem preconceitos, ambas deixamos tudo a nu. Atreves-te?

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Tudo a Nu

13
Set17

Poligamia

Depois de Scarlett Johansson, ícone sexual, ter justificado o fim do casamento por considerar que a monogamia não é natural, reacendeu-se a polémica acerca do que é amor e do que é ou não infidelidade.

 

Das várias ideias que surgem, as mais comuns são o swing, prática sexual em que um casal participa em relações sexuais com outros casais, ou as relações abertas, onde há consentimento para um ou ambos os parceiros manterem relações sexuais com terceiros.

 

A terceira teoria, que tem vindo a ganhar popularidade também na prática, é a poligamia.

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Poligamia não é swing, nem não é uma relação onde sexo com outras pessoas é aceite, é estar aberto a relações amorosas com diferentes pessoas, em simultâneo.

 

Os poligâmicos vêem as relações tradicionais como possessivas e limitadoras da identidade de cada um, porque nos prendem a um arceiro, a uma personalidade, a uma maneira de ser, a uma rotina.

 

A alternativa? Um modo de vida em que não se estabelecem limites e se explora aquilo que nos fascina em diferentes pessoas, desenvolvendo relações amorosas (e sexuais) com mais do que um parceiro em simultâneo.

 

Não tem a ver com promiscuidade, mas com uma visão, uma filosofia, que acredita na possibilidade infinita de nos apaixonarmos e de desenvolvermos cada relação ao seu ritmo. Por exemplo, há casos de poligâmicos que namoram há alguns meses com uma pessoa e, entretanto, já partilham casa com um parceiro de anos. O contexto mais curioso talvez seja aquele em que duas pessoas se apaixonam pela mesma e depois uma pela outra, criando o famoso triângulo amoroso, mas sem platonismo, de forma segura, saudável e transparente.

 

Difícil de compreender? Imaginem que a pessoa com quem têm uma relação acha natural que queiram conhecer aquele/a amig@ super sexy. Bom? Talvez libertador? Se acham que sim, começam a compreender a poligamia. Se não, provavelmente estão no grupo que pergunta "Se achas que gostas de duas pessoas, fica com a segunda, porque se gostasses mesmo da primeira, não tinhas dúvidas". Ora, para os poligâmicos, pensar assim é perigoso, porque a ideia romantizada de que somos duas metades de uma laranja é irrealista e "ninguém é capaz, sozinho, de completar uma pessoa", ou "quem pensa assim, tem o ego demasiado grande".

 

E vocês, acreditam que somos todos peças de um mesmo puzzle, ou que há uma alma gémea para cada um de nós?

 

Ebony & Iv

Autoras do blog Tudo a Nu

Comentários recentes

  • Cláudia

    Não tenho nada a perder, só gostos muito requintad...

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