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Tudo a Nu

Sexo. Dicas, histórias, fantasias, fotos. Sem preconceitos, ambas deixamos tudo a nu. Atreves-te?

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Tudo a Nu

18
Set17

Mas afinal, como é que as lésbicas fazem sexo?

Pornografia lésbica. Já viu?

Será o sexo lésbico assim? Um mix de movimentos vagarosos e supostamente sensuais, preliminares intermináveis, gemidos forçados?

Hoje explicamos 5 mitos sobre o sexo entre duas mulheres:

 

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  1. É obrigatório haver alguém que domina e alguém que é submissa?

Em alguns casais isso acontece, mas achamos que o mais comum é a tal posição de dominação/submissão ir sendo alterada a cada relação sexual, ou, até mesmo, durante a mesma relação, consoante a vontade de cada uma.

Por isso, não, não existe o homem da relação. Um casal de lésbicas, por norma, nem quer ouvir falar de homens.

  1. Então se não querem ouvir falar de homens, porque é que, em quase todos os vídeos porno, usam um strap-on ou um dildo com formato de pénis?

Há mulheres que gostam de ser penetradas e outras nem por isso. Há casais que nem usam nenhum brinquedo sexual para se satisfazerem.

Usar um dildo com formato de pénis não quer dizer que se goste de homens. Gosta-se da sensação de plenitude, do prazer que proporciona e da pessoa em questão que o aplica, uma mulher.

  1. Qual a duração do ato?

Outra variável. As mulheres têm um tempo de recuperação pós-orgasmo mais curto que os homens, sendo que algumas delas conseguem ter orgasmos múltiplos e não interromper a relação sexual. Com tempo, vontade e uma boa condição física, podemos sim passar um dia inteiro na cama.

  1. Que posições sexuais?

Um 69, uma posição missionário, um doggystyle, ... Sexo oral, vaginal, anal (sim!), utilizando a boca, o roçar do corpo, o toque dos orgãos sexuais um no outro, inserção de dedos e brinquedos sexuais. Resumidamente, todas as posições do kamasutra.

  1. Há risco de contágio de DST’s?

Claro. Estas doenças são propagadas através dos fluídos sexuais durante o contacto vaginal, a troca de brinquedos sexuais e o sexo oral.

Deverá ser utilizado o preservativo nos acessórios de penetração vaginal/anal, trocando antes de inserir noutra pessoa.

No sexo oral, é possível utilizar um filme plástico resistente sob o orgão sexual, de forma a garantir que os fluídos vaginais não estejam em contacto com a boca de quem o pratica.

     

Iremos especificar alguns destes aspetos nos próximos posts. Fiquem atentos!

Têm alguma dúvida que gostariam de esclarecer? Façam um comentário neste post ou enviem para tudoanublog@gmail.com.

 

Ebony & Iv,
Autoras do blog Tudo a Nu

13
Set17

Poligamia

Depois de Scarlett Johansson, ícone sexual, ter justificado o fim do casamento por considerar que a monogamia não é natural, reacendeu-se a polémica acerca do que é amor e do que é ou não infidelidade.

 

Das várias ideias que surgem, as mais comuns são o swing, prática sexual em que um casal participa em relações sexuais com outros casais, ou as relações abertas, onde há consentimento para um ou ambos os parceiros manterem relações sexuais com terceiros.

 

A terceira teoria, que tem vindo a ganhar popularidade também na prática, é a poligamia.

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Poligamia não é swing, nem não é uma relação onde sexo com outras pessoas é aceite, é estar aberto a relações amorosas com diferentes pessoas, em simultâneo.

 

Os poligâmicos vêem as relações tradicionais como possessivas e limitadoras da identidade de cada um, porque nos prendem a um arceiro, a uma personalidade, a uma maneira de ser, a uma rotina.

 

A alternativa? Um modo de vida em que não se estabelecem limites e se explora aquilo que nos fascina em diferentes pessoas, desenvolvendo relações amorosas (e sexuais) com mais do que um parceiro em simultâneo.

 

Não tem a ver com promiscuidade, mas com uma visão, uma filosofia, que acredita na possibilidade infinita de nos apaixonarmos e de desenvolvermos cada relação ao seu ritmo. Por exemplo, há casos de poligâmicos que namoram há alguns meses com uma pessoa e, entretanto, já partilham casa com um parceiro de anos. O contexto mais curioso talvez seja aquele em que duas pessoas se apaixonam pela mesma e depois uma pela outra, criando o famoso triângulo amoroso, mas sem platonismo, de forma segura, saudável e transparente.

 

Difícil de compreender? Imaginem que a pessoa com quem têm uma relação acha natural que queiram conhecer aquele/a amig@ super sexy. Bom? Talvez libertador? Se acham que sim, começam a compreender a poligamia. Se não, provavelmente estão no grupo que pergunta "Se achas que gostas de duas pessoas, fica com a segunda, porque se gostasses mesmo da primeira, não tinhas dúvidas". Ora, para os poligâmicos, pensar assim é perigoso, porque a ideia romantizada de que somos duas metades de uma laranja é irrealista e "ninguém é capaz, sozinho, de completar uma pessoa", ou "quem pensa assim, tem o ego demasiado grande".

 

E vocês, acreditam que somos todos peças de um mesmo puzzle, ou que há uma alma gémea para cada um de nós?

 

Ebony & Iv

Autoras do blog Tudo a Nu

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